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domingo, 29 de novembro de 2009

De volta à Amboise

Ao voltar de Chenonceau, fomos dar uma volta no centro da charmosa cidade de Amboise. Nós não visitamos o Chateau de Amboise, mas deveríamos, pois este chateau também foi residência real e onde está a tumba de Leonardo da Vinci. Tudo bem... estávamos cansados e satisfeitos com tudo o que havíamos visto naquele dia.


Enfim, o dia havia acabado, com a expectativa de mais um dia no Vale do Loire, e a continuação da viagem rumo a Poitiers.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

6º Dia – Vale do Loire – Chaumont

A primeira coisa que fiz naquele domingo foi abrir a janela. Estava sol. Para mim, aquilo fazia uma grande diferença na época: como adoro tirar fotos, eu ficava (ficava, no pretérito) meio mal humorado com tempo ruim. Mas o mau humor nem chegou perto: após um café agradável saímos para explorar a região, bem cedo. Eu já tinha uma idéia do que veríamos (óbvio): as cidades de Amboise, Blois, o Château de Chambord, e se fosse possível, Chenoceaux.
Paramos em um vilarejo muito charmoso, chamado Chaumont-sur-Loire, a 16km de Amboise. O Château de Chaumont está ali perto, em cima de uma colina. Resolvemos conhecê-lo, mesmo não estando no roteiro (não sou tão 'engessado' assim...). Foi nossa primeira parada e já ficamos de queixo caído com a beleza do lugar.
O castelo foi construído em fins do século XV e foi propriedade de Catarina de Médici e de sua rival Diane de Poitiers.
Vemos na construção todas as características da arquitetura militar: fosso, ponte levadiça e torreões. Estão misturados detalhes góticos e renascentistas, combinação freqüente nos castelos do Vale do Loire.


Há uma bela vista do rio Loire apartir do pátio do castelo. Os interiores são muito interessantes e repletos de mobiliário de época.

Diz-se que Nostradamus passou por aqui, bem como Benjamin Franklin, que chegou a ficar hospedado no castelo.
Veja aqui uma bela foto do castelo.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Caminho para Amboise

Antes de chegarmos a Amboise, havia muito chão pela frente. Nos perdemos na saída de Chartres – saímos de Paris ilesos e fomos nos perder numa cidadezinha! Depois, rodamos mais 130km. Em Amboise tínhamos uma reserva em um hotelzinho pequeno, mas para nossa surpresa parecia não haver ninguém lá. Tocamos, gritamos, buzinamos e nada. Tudo escuro. Perguntamos para um vizinho e só entendemos algo como "Je suis désolé". Madame Bonachera (nunca esqueci esse nome, não sei porque) esperou até às 18:00 horas e enfim, se mandou.
A sorte é que eu lembrava do nome de um hotel do outro lado do rio chamado La Pérgula. Fomos para lá, preocupados com a estrada estreita e escura, e já estávamos exaustos. Havia um único quarto disponível – no sótão! Beleza, era tudo o que queríamos. O dia seguinte reservava grandes acontecimentos. Eu rezei para sair sol e para o piso de madeira velha não afundar com a gente.